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É rijo como cal e madeira o espírito das mulheres que participam dos movimentos de luta por moradia no Brasil. Maioria em ocupações de territórios, elas coordenam com vigor as práticas organizacionais e políticas de assentamento e construção de habitação popular. Não é à toa que muitas das ocupações do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) ou do MTST (Movimento dos Trabalhadores sem Teto) carregam nomes de mulheres como Dandara, liderança de um quilombo do período colonial. Cheyenne Pereira Miguel é uma dessas mulheres. Coordenadora do MLB (Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas), um dos movimentos sociais de Belo Horizonte (MG), em 2017 ela se mudou para a Ocupação Paulo Freire, no sudoeste da capital mineira. Foram ela e seus irmãos que ergueram sozinhos a casa de madeirite – realidade alinhada com a maioria das ocupações da comunidade, onde a população não conta com assistência técnica. Veja mais Veja a descrição completa
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