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Quem já se interessou pelo tema da mobilidade sabe que o advento do carro trouxe diversas mudanças importantes relacionadas ao ambiente construído das cidades e à vida das pessoas. Essas transformações já foram e ainda são amplamente discutidas nos mais diversos campos de estudo. Na história, por exemplo, ele serve como recorte do período da industrialização, na engenharia ele é relevante na tecnologia de motores, e no planejamento urbano é estudado pelo seu papel no processo de urbanização. Da sua invenção até os dias de hoje, o carro foi ganhando espaço e tornou-se cada vez mais presente em ruas e prédios, sendo incorporado na vida cotidiana e na imaginação das pessoas. Anos após a adoção de um modelo em que o carro pudesse transitar pelas cidades e entre elas, diversos problemas emergiram sinalizando a necessidade de repensarmos nossas cidades, bairros e ruas para serem menos dependentes dele. Nesse contexto, precisamos entender como rever o espaço que ele ocupa na dimensão física tal qual na simbólica. Mais do que um produto ou um meio de transporte, o carro é hoje um estilo de vida disseminado nos quatro cantos do mundo. Tanto que, para expressar o significado simbólico e social em torno dele, foi difundido em muitas línguas diferentes o termo ‘cultura do automóvel’ com seus diversos contornos temporais e geográficos. Aqui, vamos discutir três abordagens do que seria essa ‘cultura do automóvel’: primeiro, compreender o carro como produto e seu papel no consumo, seguido pelo seu significado social e, então, sua relação com a nossa humanidade. Veja mais Veja a descrição completa
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