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Para a construção do museu, o Governo do Estado de Pernambuco destinou um dos armazéns do antigo Porto do Recife e também uma grande área livre contígua a este armazém. Este conjunto, situado à beira do mar na ilha onde nasceu a cidade do Recife - junto ao Marco Zero – está inserido na envoltória de edificações e espaços tombados como patrimônio histórico nacional. Em consonância com a proposta urbanística do Estado e do Município de manter os antigos galpões do porto dando-lhes novas funções, o projeto arquitetônico foi desenvolvido com o aproveitamento de um deles (2.500m2) e com a criação de um novo edifício (5.000m2) conectado ao galpão, reforçando a estrutura longilínea de construções do porto, para abrigar todo o programa do museu. Pela importância de sua localização e de seu programa sociocultural, o conjunto do museu - com suas áreas livres e de convívio - cria um novo marco urbano na paisagem do Recife. Deve ainda funcionar como agente de requalificação urbanística de todo o centro histórico, reforçando os laços da cidade com suas águas – canais, rios e mar. E, neste caso específico do museu, trazer o vasto mundo do Sertão Nordestino para o beira-mar da metrópole: sua paisagem, clima, biodiversidade, ocupação humana, tradições, artes, crenças, migrações e sua potente música. Veja mais Veja a descrição completa
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