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A Galeria de Arte está localizada entre a principal fazenda (estilo colonial português) e a oca, um espaço comunitário, construído por uma tribo indígena da Amazônia, onde originalmente várias famílias viviam juntas. Situada entre a casa da fazenda colonial e o espaço comunal indígena, o projeto une estes dois estilos diferentes. Por conta disso, o design do exterior refere ao estilo colonial português, com suas paredes brancas e portas azuis, e o interior mostra um coração/núcleo indígena (sendo a estrutura de bambu). A passagem estreita, os arcos e o pátio no meio referem-se aos antigos mosteiros e por este meio tenta invocar uma sensação divina. Uma pequena fonte situa-se no centro do pátio de onde a água corre de volta para o rio. O nível do chão de um lado estende-se do edifício e parcialmente flutua sobre o rio dando ao visitante a capacidade de olhar para a Galeria de Arte à distância. A galeria é totalmente baseada na proporção áurea – a largura e a altura das diferentes partes correspondem às regras definidas pelos arquitetos gregos e romanos como Vitruvius. Ela deveria ser uma construção humilde que se encaixa no estilo colonial do entorno, mas que também se refere à oca nas proximidades. Um rosto Português com um coração indígena. Desde que a arte pode ser considerada sagrada, a linguagem espiritual em da arquitetura de mosteiros foi usada para abrigar as exposições. No sentido original, uma galeria é um passeio coberto ou uma passagem estreita e parcialmente aberta ao longo de uma parede. Ela deriva da palavra ‘galerie’ do francês antigo, "um longo pórtico" (c. 14), O termo galeria como "edifício de arte" foi usado pela primeira vez na década de 1590. Veja mais Veja a descrição completa
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