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Esse artigo foi publicado originalmente na Metropolis Magazine como "Architecture You Can Smell? A Brief History of Multisensory Design." O que vem à mente quando você se depara com o termo “design sensorial”? As chances são de que seja uma imagem: uma sala onde chove, um utensílio engraçado para comer, uma cadeira visivelmente texturizada. Mas as sensações, cheiros e gostos são coisas muito mais difíceis de capturar. Essa dificuldade aponta para quão profundamente arraigada é a tirania da visão. Os outros sentidos podem ser as chaves para desvendar verdades empíricas mais amplas? O viés da arte, da arquitetura e do design centrado no ocular realmente impede uma experiência coletiva mais profunda? Essas questões estão no centro da atual exposição da Cooper Hewitt,  The Senses: Design Beyond Vision, com curadoria de Ellen Lupton e Andrea Lipps. “As pessoas vão a museus porque querem uma experiência autêntica com coisas reais, mas sua única experiência é visual; como isso pode ser autêntico?”, indaga Lupton. Com 78 projetos, a exposição assume a ideia de que o design sensorial, ou projetar conscientemente todo o espectro da experiência sensorial, pode nos conectar melhor com o mundo material e nos ajudar a encontrar nosso lugar adequado nele. Veja mais Veja a descrição completa
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