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Há um mês, o Brasil perdia um de seus patrimônios mais antigos e representativos. Destruído por um incêndio que apagou mais de 200 anos da história arquitetônica do Paço de São Cristóvão, edifício que serviu de residência da família real, e reduziu a pó milhares de itens do seu acervo (muitos dos quais únicos no mundo), o Museu Nacional tenta se reerguer após a tragédia. Diversas instituições têm se manifestado e iniciativas sido realizadas neste sentido, mas o início das obras emergenciais para contenção, limpeza e proteção da estrutura remanescente no último dia 21 de setembro é, sem dúvida, uma das mais emblemáticas neste sentido – até mesmo pela agilidade com que foi realizada, diferentemente do que ocorreu com outras edificações históricas que já passaram por sinistros pelo país. Contratada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para executar esta primeira etapa das obras de reconstrução do museu após seleção pública, possível a partir da liberação de R$ 8,9 milhões pelo Ministério da Educação (MEC), a Concrejato Engenharia trabalha no local desde aquela data e conta que os trabalhos devem ser concluídos dentro de seis meses, conforme prevê a legislação. Veja mais Veja a descrição completa
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