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Nova Iorque pode ser definida como a cidade símbolo do progresso profissional, dos sonhos, das ambições e inovações. Apesar disso, a cidade que é o oposto da monotonia, ainda lida com a existência de espaços de trabalho repetitivos e maçantes em grande parte de suas edificações. A partir disso, surge o questionamento: estaria a arquitetura em descompasso com a imagem da cidade?  Como lidar com essa contradição? O concurso “New York Vertical City Pro” organizado pelo Archmedium tinha como objetivo a elaboração de uma nova torre de uso misto em Nova Iorque, que deveria contar com escritórios, moradias temporárias, espaços culturais e de lazer. Os arquitetos deveriam solucionar uma pequena “cidade vertical” do século XXI. Segundo o filósofo Zygmunt Bauman, nós vivemos em uma era “líquida”, onde nada é permanente. A vida é definida pela efemeridade. A arquitetura assume o importante e complicado papel de responder de forma cada vez mais rápida a necessidades que podem acabar com a mesma velocidade em que surgem. O mundo físico tem as suas distâncias reduzidas através do meio virtual. Estamos sempre conectados independentemente da nossa localização geográfica. Distâncias, relações pessoais e as estruturas que regem a nossa sociedade são modificadas devido ao contato com o meio virtual. Veja mais Veja a descrição completa
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