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O projeto gráfico para as fachadas do edifício foi encomendado pela incorporadora durante a construção, deveria ser uma intervenção de baixo custo uma vez que não havia sido contemplada no orçamento do empreendimento. Trata-se de um residencial estudantil, cujas fachadas são marcadas pelo ritmo ordenado e repetitivo de varandas, solução cada vez mais comum entre os novos lançamentos do mercado imobiliário.  A intervenção toma partido deste ritmo marcado, pautando o edifício com uma simples pintura preta e branca. Em um primeiro momento o desenho reforça esta ordem construída, destacando as linhas horizontais. Porém, conforme a pintura avança sobre as fachadas, a continuidade desta ordem é radicalmente transformada. As linhas em diferentes orientações dão a impressão de uma superfície amassada, quebrada, desconstruída. Ironicamente a pintura nega o seu próprio suporte e subverte a arquitetura do edifício.  Veja mais Veja a descrição completa
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