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Ao considerar uma relação de complementaridade disciplinar na leitura dos territórios e paisagens de intervenção, a proposta do coletivo de arquitetura KWY procurou promover uma abordagem que não se restringisse exclusivamente ao contexto urbano da Ilha dos Açores. Desta forma, a aproximação do grupo a uma ideia de curadoria contemplou a localização das obras no contexto de um itinerário local de intervenções na cidade e na periferia, procurando que as mesmas possam enquadrar, integrar e enriquecer socialmente cenários existentes. No contexto de operar num território de características únicas e muito específicas impôs-se questionar elementos caracterizadores tanto a nível de paisagem como de patrimônio cultural ou edificado. A equipe identificou três tipologias espaciais sujeitas a intervenção: a praça, como um vazio ou espaço aberto integrado no tecido urbano, que inclua o símbolo de polo agregador, representativa de um local de partilha social e de conhecimento; o jardim como um elemento onde, no vazio da cidade, é integrada uma ideia de natureza, procurando-se questionar a sua pertinência e contemporaneidade enquanto equipamento do século XXI; por último a paisagem como o reflexo da relação territorial insular com a natureza e com o mar, promovendo uma perspetiva onde, devido à inevitabilidade geográfica de uma ilha, seja explorada a ideia de perímetro e de percurso. Veja mais Veja a descrição completa
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