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Muito se fala sobre os avanços arquitetônicos nos quesitos social, político, técnico-construtivo e ambiental. Contudo, nos mais variados discursos e ocasiões, a estaticidade sempre assumida pela Arquitetura ainda é pouco comentada. Quando falamos sobre o tema imediatamente imaginamos “corpos” pesados e estáticos. A humanidade historicamente desenvolveu-se trabalhando em conjunto com a natureza, através da observação, adaptação e o respeito a ela. E esse fator é mais latente quando pensamos na água, que cobre aproximadamente 71 por cento da superfície do planeta.
Com mais da metade da área do planeta recoberta por corpos hídricos e milhares de pessoas vivendo em suas proximidades ou zonas afetadas por catástrofes ambientais, pensar sistemas capazes a adaptar-se, por meio de arquiteturas flutuantes, pode ser imprescindível para o futuro no campo da arquitetura.

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