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Sketch for Syria, um projeto iniciado por Marco Ballarin e Jacopo Galli no IUAV, em Veneza, reuniu 150 arquitetos de 26 países em um grande esforço para "imaginar, rastrear e compartilhar possíveis cenários" para a Síria, após a recente devastação na vida de seus cidadãos e de uma significante quantidade de seu patrimônio arquitetônico. Em resposta à agenda das Nações Unidas (UN-ESCWA), elaborada em 14 de julho de 2016, para conceituar maneiras de reconstruir o país, este projeto atraiu contribuições de arquitetos como Álvaro Siza, Philippe Rahm, Peter Wilson e Francisco Aires Mateus. 52 sketchbooks vieram diretamente das cidades sírias: Damasco, Aleppo, Hama, Latakia e Tartus "mostrando", segundo os organizadores, a "força pacífica da arquitetura". O valor positivo da iniciativa é a consciência sobre o significado real do processo de reconstrução: a capacidade de imaginar um possível futuro nos escombros da guerra. Muitos arquitetos deixaram uma marca: revendo o passado ou viagens imaginárias, conceituando hipóteses sobre o futuro, pensamento no drama dos refugiados e migrantes, escolhendo a provocação artística, transformando seus lápis em armas pacíficas. Veja mais Veja a descrição completa
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