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Se uma cidade não foi usada por um artista, nem mesmo os habitantes vivem lá de maneira imaginativa”, disse o escritor Alasdair Gray em seu primeiro e mais conhecido romance, Lanark: uma vida em quatro livros, cuja história se passa em uma Glasgow fantasiosa. A frase de Gray, citada neste artigo do Next City, convida à reflexão sobre as várias formas que a ficção encontra para elaborar o meio urbano ao longo do tempo. Cenários urbanos utópicos e distópicos são representados tanto na literatura quanto em filmes, quadrinhos, séries de televisão e videogames. O serviço que essas construções imaginárias prestam, muitas vezes, é o de explicitar a inquietação e a insatisfação ao mesmo tempo que expõe aspirações e esperanças de novos espaços e arquiteturas: novas cidades. Cidades utópicas Cidades utópicas existem apenas no papel impresso e em nossas imaginações. Existem diversas obras que nos trazem essa experiência. A eficácia dessas utopias se evidencia justamente por não serem parte de um projeto realista, mas por possuírem eventual força crítica, “na sua capacidade de consumar, no conceito, o que expõe de forma ambígua, plural, polivalente, na representação”, como destaca Adriana Mattos de Caúla, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, no artigo Cidades Imaginárias: utopia, urbanismo e quadrinhos. Veja mais Veja a descrição completa
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