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11 Técnicas vernaculares de construção que estão desaparecendo

11 Técnicas vernaculares de construção que estão desaparecendo
11 Técnicas vernaculares de construção que estão desaparecendo

"Arquitetura vernacular pode ser dito àquela linguagem arquitetônica das pessoas' com seus 'dialetos' étnicos, regionais e locais,'" escreve Paul Oliver, autor da Enciclopédia da Arquitetura Vernacular do Mundo’. Infelizmente, tem havido um crescente desprezo pela linguagem arquitetônica tradicional ao redor do mundo devido à modernas tecnologias construtivas que tem rapidamente espalhando a 'perda de identidade e apelo cultural' através do que a Architectural Review recentemente descreveu como "uma pandemia global de edifícios genéricos." As pessoas vieram para ver o aço, concreto e vidro como uma arquitetura de alta qualidade, enquanto o leque de métodos vernaculares incluem adobe, junco ou esfagno (tipo de musgo) que são frequentemente associados com subdesenvolvimento. Ironicamente, estes métodos locais são muito mais sustentáveis e contextualmente conscientes que muita arquitetura contemporânea vista hoje em dia, apesar do grande discurso sobre a importância da sustentabilidade. Como resultado desta tendência, uma grande quantidade de conhecimento cultural e arquitetônico está sendo perdida.

© <a href='https://www.flickr.com/photos/34501870@N00/7344205654'>Flickr user Ashwin Kumar</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/'>CC BY-SA 2.0</a> © <a href='https://www.flickr.com/photos/seier/2849255440'>Flickr user seier</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by/2.0/'>CC BY 2.0</a> © <a href='https://www.flickr.com/photos/chrispark1957/4858624932/'>Flickr user chrispark1957</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.0/'>CC BY-NC-SA 2.0</a> © <a href='https://www.flickr.com/photos/sarah_c_murray/4846710439'>Flickr user sarah_c_murray</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/'>CC BY-SA 2.0</a> + 12

1. Pontes de raízes vivas, Meghalaya, Índia

© <a href='https://www.flickr.com/photos/34501870@N00/7344205654'>Flickr user Ashwin Kumar</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/'>CC BY-SA 2.0</a>
© Flickr user Ashwin Kumar licensed under CC BY-SA 2.0

Encontrado no que é possivelmente o local mais úmido habitado pelo homem neste planeta, durante a temporada de monções em Meghalaya, o rio cresce para se tornar muito mais violento e poderoso do que a temporada de seca. Para atravessá-lo, o povo Khasi que vivem na região construíam pontes de bambu, apesar de não serem fortes o suficiente para durarem o período de monções. Cerca de 180 anos atrás, experimentaram uma nova técnica, puxando raízes de árvores produtoras de borracha por sobre o rio lentamente se transformou em uma ponte capaz de sustentar o peso de 50 pessoas hoje em dia. As pontes de raízes vivas de Meghalaya levam cerca de 30 anos para crescerem, e se tornam mais resistentes com o tempo. Existem algumas pontes vivas que tiveram tempo suficiente para se tornarem estruturas totalmente funcionais, mas nos últimos 25 anos essa prática começou a desaparecer. Esperar décadas para uma ponte se formar é muito longo em nosso mundo moderno, especialmente quando uma alternativa de aço ou concreto pode ser construída em apenas uma fração desse tempo - embora certamente não é uma opção tão mágica.

2. Gurunsi, Burkina Faso

© <a href='https://www.flickr.com/photos/carsten_tb/8145214540'>Flickr user carsten_tb</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.0/'>CC BY-NC-ND</a>
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Em Gurunsi a arte de pinturas em pedras é ainda bastante ativa - foi recentemente transferida das cavernas aos edifícios. As cabanas de lama são construídas e então cobertas com mais lama, esterco de vaca, solo, argila, rochas pulverizadas e pó de giz para produzirem elaboradas padronagens geométricas nas fachadas das casas. As mulheres de Gurunsi redecoram os edifícios a cada 5 anos com estes murais, que frequentemente consistem de motivos associados a significados específicos como campos de cultivo, gramas enroladas ou o padrão dos tecidos dos homens. Cada edifício é diferente, refletindo um gosto pessoal dos habitantes, o que resulta em um vilarejo rico em variedade de expressão artística e cultural.

3. Casas Colmeia em Harran, Turquia

© <a href='https://www.flickr.com/photos/sarah_c_murray/4846710439'>Flickr user sarah_c_murray</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/'>CC BY-SA 2.0</a>
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Na cidade de Harran no sul da Turquia, casas moldadas como colmeias já foram uma estrutura popular de habitação, construídas a partir de adobe, tijolos e pedras encontradas na área. O formato do domo pode ser rapidamente construído, fazendo desta uma construção bastante prática para a população nômade se instalar em estruturas resistentes ao calor e ao frio, diferente de uma barraca comum, por exemplo. Aberturas para ventilação nas laterais proporcionam circulação de ar em ventilação cruzada, e aberturas sobre este domo atuam como chaminés. O formato do domo também significa que existe pouca proporção de superfície/volume, o que representa que existe pouca perda de calor durante os meses de frio. Devido à transição de sua cultura nômade em um endereço fixo, as casas colmeia não estão mais sendo utilizadas como casa, mas sim como espaços de armazenamento ou celeiros. Esta decrescente importância e subvalorização destes edifícios na sociedade significa que não estão mais sendo restaurados, resultando em uma série de edifícios em péssimo estado. Novas unidades de habitação ao redor da cidade também carecem de relação contextual com as casas colmeia, à medida que o conhecimento de suas técnicas construtivas diminui.

4. Coberturas de Algas em Læsø, Dinamarca

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Nas ilhas de Læsø ao norte da Dinamarca existe uma antiga tradição nas coberturas das casas em algas marinhas. Uma exitosa indústria de sal na ilha significou que a maioria das árvores foram utilizadas para abastecer fornos para o refinamento de sal, deixando os residentes com poucos recursos para construir suas casas. Como resultado, eles usaram madeira reaproveitada de naufrágios e algas do oceano e foram capazes de evitar a degradação por centenas de anos, graças ao fato de que terem sido impregnados com água salgada. Infelizmente uma doença causada por um fungo aniquilou mais de 200 dos edifícios existentes na década de 1930, deixando apenas 19. Há uma tentativa em curso para conservar os edifícios restantes, no entanto como são necessárias 300 kg de algas para cada 1 m² de coberturas, restaurar os edifícios vernaculares de Læsø não é uma tarefa simples. O reflorestamento da ilha também contribuiu para a decadência dos telhados; as árvores circundantes agora os protegem dos ventos carregados de sal que outrora os cobriam, permitindo que vegetação cresça a partir das algas que começam a apodrecer. Felizmente os dinamarqueses não desistiram, e continuam o esforço para restaurar todos os edifícios que podem, até construindo o primeiro telhado de algas a partir do zero em mais de um século.

5. Casas de Junco em Ma’dan, Iraque

© <a href='https://www.flickr.com/photos/davidstanleytravel/30943793762'>Flickr user davidstanleytravel</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by/2.0/'>CC BY 2.0</a>
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O povo Ma’dan árabes dos pântanos, como também são conhecidos, habitam os pântanos na junção dos rios Tigre e Eufrates no Iraque. Ao redor dos pântanos crescem uma quantidade substancial de juncos que os Ma'dan usam para construir; Envolvendo-os em pacotes para criar colunas, arcos e paredes, uma casa de junco pode ser erguida em apenas 3 dias. Às vezes eles flutuam em "ilhas" chamado "tuhul", e outras vezes se mudam em função da variação dos níveis de água, reerguendo as casas em menos de um dia. Embora extremamente simples em seu material e construção, estas casas podem durar até 25 anos com os cuidados adequados. Infelizmente, durante o governo de Saddam Hussein, os árabes dos pântanos foram perseguidos por abrigar pessoas que o governo considerava terroristas ou inimigos do Estado. Os pântanos foram drenados até o ponto em que grande parte da população Ma'dan não tinha escolha a não ser mudar para encontrar comida adequada, diminuindo sua população de meio milhão para cerca de 1.600 na virada do século. Mais de uma década depois e após a queda do regime, as barragens foram quebradas, restaurando os pântanos para cerca de 50% do seu tamanho original e abrindo uma oportunidade para o renascimento da cultura Ma'dan.

6. Goahti, Região do Ártico

© <a href='https://www.flickr.com/photos/trondheim_byarkiv/23052086720'>Flickr user trondheim_bjarkiv</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by/2.0/'>CC BY 2.0</a>
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O Povo Sami ocupa áreas ao norte da Noruega, Suécia e Finlândia, assim como a Península russa de Kola. Muitos caçam e pescam para subsistência, mas são mais conhecidos por seus hábitos semi-nômades de criação de renas, embora apenas cerca de 10% da atual população Sami está envolvida com esta prática atualmente. As construções de Goahti foram uma parte central de seu estilo de vida, utilizado como abrigo transportável para jornadas mais longas. Renas domesticadas foram utilizadas para arrastarem pólos curvos maiores necessários para a estrutura, que foram então cobertos em musgo de turfa para melhor isolamento térmico. Em favor da eficiência, esta prática foi bastante reduzida, devido à inconveniência de transportar os grandes pólos. Em vez disso, o povo Sami muitas vezes opta pelas conhecidas estruturas de tendas lavvu em suas viagens. Goahtis também tem sido utilizada como moradias mais permanentes e abrigos para gado, até meados da Segunda Guerra Mundial. Hoje em dia, o povo Sami tende a viver em casas comuns, assim como as comumente encontradas nas Regiões Nórdicas.

7. Chibotte, França

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Construídos por vinicultores do Alto-Loire, a, a chibotte é uma cabana de pedra seca que foi usada como uma habitação temporária e sazonal em campos ou vinhedos. Proprietários dos vinhedos normalmente vivem em suas chibotte aos domingos ou durante o verão, até 1920, quando as cabanas começaram a ser substituídas por pavilhões mais confortáveis. Devido aos planaltos vulcânicos da região do Vale do Alto-Loire, as chibottes eram construídas geralmente usando a rocha vulcânica como o basalto, removido da terra ao plantar as uvas do vinhedo. As abóbadas eram construídas com uma técnica que incluía duas camadas: um arco interior cujas rochas estavam anguladas para fora e um arco externo cujas rochas estavam inclinadas para dentro, apoiando-se assim umas às outras.

8. Ab-anbar, Irã

© <a href='https://commons.wikimedia.org/wiki/File:AbAnbarNain2.jpg'>Wikimedia user Zereshk</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en'>CC BY-SA 3.0</a>
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Literalmente "depósito de água" em persa, o ab-anbar costumava ser o sistema de cisternas que forneciam água para as cidades iranianas. Os reservatórios subterrâneos por vezes desciam até 20 metros sob a terra, protegidos por um domo que evitada a evaporação e qualquer contaminação da água. Eram construídos utilizados tijolos que continham uma argamassa chamada "sarooj", considerada impermeável à água. Badgir, ou coletores de vento canalizaram o ar para baixo na cisterna refrigerando a água e impedindo a condensação no interior da abóbada. Em um deserto, uma estrutura tão importante como esta era incrivelmente valiosa, muitas vezes integrada em outras grandes estruturas, como mesquitas. Com a introdução de tubulações, no entanto, os ab-anbars começaram em seu caminho à extinção. Eles são agora, na sua maior parte, apenas atrações turísticas.

9. Casas Malaias, Malásia e Singapura

© <a href='https://www.flickr.com/photos/tukangkebun/5641136234'>Flickr user tukangkebun</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-nd/2.0/'>CC BY-ND</a>
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Arquitetura vernacular nas regiões do Sudeste Asiático é, assim como a maioria dos edifícios vernaculares, construída a partir de materiais locais - neste caso, madeira. Infelizmente, este material apodrece facilmente em climas úmidos tropicais, fazendo necessário a manutenção destes edifícios em uma base regular. Para lidar com a umidade e calor, as tradicionais casas malaias foram projetadas para serem porosas, permitindo a ventilação cruzada através do edifício para resfriá-lo. As coberturas e seus grandes beirais permitem janelas abertas tanto no sol quanto na chuva, ambos ocorrem quase diariamente. Construir sobre palafitas era outra maneira de aumentar o fluxo de ar e evitar danos à casa em caso de fortes chuvas. No entanto, este conhecimento de sistemas de refrigeração passiva parece ter sido perdido em meio à urbanização, sendo substituído por condicionadores de ar acoplados a edifícios que não foram bem projetados para o clima do Sudeste Asiático.

10. Penhasco de Bandiagara, Mali

© <a href='https://www.flickr.com/photos/53871588@N05/6252916565'>Flickr user TREEAID</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by/2.0/'>CC BY 2.0</a>
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Também conhecida como a Terra dos Dogons, são 289 aldeias com edifícios de terra que cobrem planaltos de arenito, escarpas e planícies na paisagem do Mali. Os Dogon se adaptaram ao ambiente hostil, que por sua vez se tornou uma forma de defesa contra qualquer potencial atacante desde o século XV. Apesar dos séculos de conhecimento em construir um ambiente implacável, fatores socioeconômicos e ambientais têm levado partes do povo Dogon para um ambiente mais urbano. Isso significa não apenas uma produção reduzida de arquitetura mais vernacular e uma perda de conhecimento, mas também um recurso "contaminado", à medida que a Terra dos Dogons começou a entrar em contato com turistas e outros sistemas de valores. A fim preservar o existente, o penhasco de Bandiagara foi designado como Patrimônio Mundial da UNESCO em 1989.

11. Casas Mugsum, Camarões

© J. and M.F. Ostorero 2003 <a href='https://en.wikipedia.org/wiki/File:Maison_obus.jpg'>via Wikimedia</a> licensed under < a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en'>CC BY-SA 3.0</a>
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Juncos geometricamente dispostos são recobertos de lama para produzir as cabanas domésticas do povo Musgum (ou Mousgoum). As casas são construídas no formato de arcos catenários, suportando a carga máxima com mínimo de material. Para construir o arco completo de 9 metros de altura, bem como para suportá-lo, a geometria da fachada cria pontos de apoio para os pés, além de suas qualidades estéticas. Da mesma forma que as construções Harran na Turquia, as Casas Mugsum também têm um buraco no teto, que funciona como uma chaminé, bem como uma escotilha de escape no caso de uma inundação. Antes da descoberta de construções em cimento, as cabanas de lama de Mugsum eram os edifícios mais populares devido ao seu baixo custo e alta eficiência. Infelizmente isso mudou e as casas de lama são vistas agora como "ultrapassadas", resultando em um declínio acentuado no método de construção.

Fontes

  1. Africanpaper.pdf.” Acessado em Fevereiro, 2017.
  2. UNESCO, Centro de Patrimônio Mundial. “Cliff of Bandiagara (Land of the Dogons).” Centro de Patrimônio Mundial da UNESCO. Acessado em Fevereiro de 2017.
  3. Miles, Paul. “The Danish Revival of Seaweed Thatching.” Financial Times, Agosto de 2008.
  4. Musgum Mud Huts.” Wikipedia, Janeiro de 2017.
  5. Özdeniz, Mesut B, Ayhan Bekleyen, I.A Gönül, and M Yildirim. “Vernacular Domed Houses of Harran, Turkey (PDF Download Available).” ResearchGate, Dezembro 1998, 479–85.
  6. Puiu, Tibi. “The Mesopotamian Venice: The Lost Floating Homes of Iraq.” ZME Science, Dezembro de 2014.
  7. Saeidian, Amin. “Ab-Anbar, Sustainable Traditional Water Supply System in Hot Arid Regions, Remarkable Example of Iranian Vernacular Architecture.” Department of Architecture, Mahshahr Branch, Islamic Azad University, Mahshahr, Irã, Março de 2013.
  8. Chibotte.” Wikipedia, Novembro de 2016.
  9. Vernacular Architecture.” Comfort Futures. Acessado Fevereiro de 2017.
  10. Goahti.” Wikipedia, Acessado Janeiro de 2017.
  11. Vallangi, Neelima. “India’s Amazing Living Root Bridges,” Abril de 2015. Acessado em Fevereiro de 2017.

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Sobre este autor
Ariana Zilliacus
Autor
Cita: Zilliacus, Ariana. "11 Técnicas vernaculares de construção que estão desaparecendo" [11 Vernacular Building Techniques That Are Disappearing] 17 Mar 2017. ArchDaily Brasil. (Trad. Santiago Pedrotti, Gabriel) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/867182/11-tecnicas-vernaculares-de-construcao-que-estao-desaparecendo> ISSN 0719-8906