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A Casa Elíptica resulta de uma ideia. Nasce de uma forma geométrica e de um volume esculpido pela paisagem. Procura-se um equilíbrio entre o cheio e o vazio, o peso e a leveza, a luz e a sombra, ou, o objeto e a sua imagem. É uma relação entre o real e o imaginário, entre espaços físicos e virtuais. A casa, de base elíptica, é deliberadamente escultural e orgânica, com formas curvas, desenhadas pelo vento e pelo mar que se quer abraçar com aquele generoso anel flutuante, que subtilmente delimita o pátio central da habitação. Com o edifício a nascente, importa estabelecer uma ténue articulação. Procura-se aí o dinamismo e equilíbrio morfológico, e o mesmo branco puro, que reveste praticamente todos os edifícios desta encosta suave e soalheira. É neste ambiente que se deseja a casa vivida, sem que se perceba onde esta começa e acaba. A plasticidade e leveza do seu desenho orgânico encontra contornos na natureza para definir a identidade da casa enquanto objeto arquitetónico. É o que se deseja com a conclusão da obra em curso. Veja mais Veja a descrição completa
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