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Ao fazer uma rápida pesquisa sobre locais em estado de emergência devido a adversidades climáticas é possível encontrar diversas notícias de todas as regiões do o país. Um temporal desabriga 15 mil pessoas, um vendaval derruba ou danifica mais de 30 mil árvores, a estiagem causa dificuldades a milhares de pessoas – 70% do estado do Ceará já decretou situação de emergência. Essas histórias vem de Rolante (RS), Rio Pomba (MG), Taquarana (AL), Ribeira do Pombal (BA), Cumbe (SE), Itapipoca (CE), São Romão (MG), Itueta (MG), Castelo (ES), São Francisco de Paula (RS), entre tantas outras localidades. Pequenos municípios, com nomes não tão conhecidos, mas que concentram metade da população brasileira e se encontram em situação de vulnerabilidade perante as mudanças climáticas. Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, especialmente o Objetivo 13, diz respeito a criar cidades resilientes, capazes de adaptação a riscos relacionados ao clima e às catástrofes naturais. A Nova Agenda Urbana, estabelecida na Conferência das Nações Unidas sobre Moradia e Desenvolvimento Urbano Sustentável, a Habitat III, também reconhece a necessidade de garantir o desenvolvimento sustentável de forma equitativa. “Reafirmamos o nosso compromisso de que ninguém será deixado para trás, e nos comprometemos a promover oportunidades e benefícios igualmente compartilhados, e possibilitar que todos os habitantes, vivendo em assentamentos formais ou informais, tenham uma vida decente, digna e gratificante e atinjam seu pleno potencial humano”, diz o texto, assinado por 167 países. Veja mais Veja a descrição completa
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