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Precisão do desenho e planejamento, adoção de uma legislação adequada e responsável e criação de um plano de financiamento seguro e viável. Estas são as apostas do novo pacto global para solucionar a divisão social e urbanística das cidades. Por detrás de um belo edifício há muito mais que desenho inovador ou obra estonteante. Invisível aos olhos de um admirador comum, sua construção exige o respeito a regras claras, que não infrinjam no marco jurídico determinado para a edificação. Demanda também um plano de financiamento sólido que permita sua elevação segura e precisa. Ignorar o conjunto desses três fatores pode resultar em um desastre arquitetônico. Por sua vez, multiplicar esse erro e negligenciar essa tríplice aliança no crescimento das cidades pode provocar uma catástrofe urbanística. Durante anos, a expansão de centros urbanos, principalmente na América Latina, seguiu esta lógica de dispersão. De um lado, surgiram “cidades muradas”, zonas residenciais restritas a um seleto grupo de cidadãos. Por outro, assentamentos informais dominaram a paisagem urbana, gerando mais desigualdade e exclusão. Um paradoxo difícil de solucionar. Veja mais Veja a descrição completa
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