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Parque Fluvial Padre Renato Poblete / Boza Arquitectos

Parque Fluvial Padre Renato Poblete / Boza Arquitectos
Parque Fluvial Padre Renato Poblete  / Boza Arquitectos, © Felipe Díaz Contardo
© Felipe Díaz Contardo

© Felipe Díaz Contardo © Felipe Díaz Contardo © Felipe Díaz Contardo Cortesía de Cristian Boza Wilson + 36

  • Arquitetos

  • Localização

    Av Costanera Sur 3201, Quinta Normal, Região Metropolitana, Chile
  • Arquitetos Responsáveis

    BOZA ARQUITECTOS; Cristián Boza D, Cristián Boza W, Diego Labbé, Eduardo Ruiz-Risueño, Michel Carles Tapia
  • Colaboradores

    Pedro Pedraza,Víctor Reyman, Karina Lecaros,Felipe Selman, Víctor Alegría
  • Promotor / Propietário e Construtora

    Governo de Chile – Ministério de Obras Públicas MOP
  • Ano do Projeto

    2015
  • Fotografias

  • Construção

    Brotec
  • Engenharia

    CICSA Consult
  • Texto

    Pedraza-BozaW
  • Arquitetos Paisagistas

    Claudia Oñate Pechini, Pilar Lozano Navarro, Paulina Márquez, Maria Cecilia Vergara
  • Engenheira Agrônoma

    Maria Gabriela Saldías
  • Irrigação

    Francisco Benavides
  • Iluminação

    Paulina Villalobos, Pamela Padruno
  • Superfície ou Volume construído

    9.1 Superfície Total: 200000
  • Mais informações Menos informações
© Guy Wenborne
© Guy Wenborne

Descrição enviada pela equipe de projeto. A ideia do Parque Fluvial nasceu em 2001 com o objetivo principal de recuperar as margens do Rio Mapocho através da implementação de eclusas controláveis ao longo de 34 km do rio. A intenção original é gerar diversos polos de desenvolvimento ao longo do percurso fazendo referência a um rio navegável.

© Felipe Díaz Contardo
© Felipe Díaz Contardo
© Felipe Díaz Contardo
© Felipe Díaz Contardo

Localizado na zona oeste de Santiago, o Parque Fluvial Padre Renato Poblete é uma intervenção urbana sustentável de espaço público. O objetivo principal é valorizar as margens do Rio Mapocho e reabilitar uma zona industrial degradada que se integra através do canal de água.

Planta
Planta

Para uma primeira aproximação do projeto é possível explicar o parque em três abordagens essenciais: mais a partir do contemporâneo, a partir da superação dos preconceitos, e a criação de um novo imaginário paisagístico.

Cortesía de Cristian Boza Wilson
Cortesía de Cristian Boza Wilson
Cortesía de Cristian Boza Wilson
Cortesía de Cristian Boza Wilson

Nas palavras de Joan Roig, arquiteto e paisagista espanhol: tornar contemporâneo, ou em outras palavras, atualizar a profissão. O Parque Renato Poblete é essencialmente projetado por um grupo de jovens arquitetos que superaram a inércia de continuar o desenho de suas referências paisagísticas mais próximas. Neste sentido, propõem um desenho complexo para o contexto nacional a partir do que a teoria da paisagem chamada groundscape, que é basicamente entender que a superfície manipulada é compreendida em suas três dimensões físicas.

© Felipe Díaz Contardo
© Felipe Díaz Contardo

O Parque propõe uma superação de preconceitos urbanos. O primeiro, é a suposta impossibilidade de represar uma corrente. Questão esta que foi discutida por anos na imprensa por diferentes ditos especialistas que pensavam que a única forma de construir eclusas eram as referências de rios europeus. Segundo, o parque nesta região de Santiago não poderia ter padrão muito alto por tratar de comunidades com menores recursos. O projeto e execução do parque não foi a partir da escassez mas sim da eficiência, reabilitando uma zona industrial degradada.

Corte
Corte
Corte
Corte
Corte
Corte

Se há algo que o parque propõe à cidade é a possibilidade de voltar a recuperar as vistas sobre o rio em suas margens. O parque se comporta como as curvas do rio; desvia sua água, rega sua vegetação. De bicicleta ou de vários passeios das bordas, é possível ver a bacia do Rio Mapocho, sua relação com o Cerro Renca e o eixo que se forma até a Cordilheira. Suas paredes de contenção com taludes permite essa proximidade que tanto desejava a sociedade civil em suas inúmeras apropriações esporádicas de aproximação do rio canalizado. Em direção ao interior, propõe-se a vertigem de estar sobre e em contato com a água do rio.

© Felipe Díaz Contardo
© Felipe Díaz Contardo
Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato. Cita: "Parque Fluvial Padre Renato Poblete / Boza Arquitectos" [Parque Fluvial Padre Renato Poblete / Boza Arquitectos] 17 Nov 2016. ArchDaily Brasil. (Trad. Santiago Pedrotti, Gabriel) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/799412/parque-fluvial-padre-renato-poblete-boza-arquitectos> ISSN 0719-8906