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Quando Gary Saulson, diretor da Imobiliária Corporativa da PNC, chegou ao escritório de Gensler, em Chicago, em 2011, com o projeto da Torre na PNC Plaza, desafiou a equipe a desenhar um projeto audacioso: o arranha-céu mais sustentável do mundo. Meses antes, a equipe de desenho havia viajado para Europa e Canadá para estudar os melhores edifícios de alto rendimento na sua categoria. O focar na qualidade do rendimento do entorno construído e na ubiquidade das tecnologias de construção, tais como fachadas de pele dupla ou sistemas radiantes passivos, encorajou a reflexão sobre como os edifícios de escritórios sustentáveis poderiam ser desenhados em seu país. Em primeiro lugar, percebemos a necessidade de definir o que significada ser o arranha-céu mais sustentável do mundo. Neste momento, o término 'sustentável' centrou-se quase unicamente nos padrões LEED de conservação energética. Isto significava que as construções eram classificadas em duas categorias: os edifícios que eram muito pequenos e mantinham seu impacto energético reduzido e os edifícios mais tradicionais de maior tamanho, mas que recorrem a uma grande quantidade de tecnologias externas aderidas para reduzir as emissões de carbono. Nenhum dos dois conseguia se adaptar a nossa visão de que a Torre no PNC Plaza poderia ou deveria ser. Veja mais Veja a descrição completa
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