Vidro Serigrafado: Recurso básico ou Tendência?

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Descoberto por arqueólogos, em civilizações tão antigas quanto os ancestrais do Egito e da Mesopotâmia, o vidro serigrafado dificilmente poderá ser considerado uma nova tecnologia. No entanto, graças às suas propriedades relacionadas à eficiência energética, à sua suavidade e ao gradiente estético que produz, o vidro serigrafado está ressurgindo na arquitetura contemporânea. 

O vidro serigrafado é feito a partir da aplicação de um composto cerâmico pigmentado sobre sua superfície, o qual se funde no vidro durante o processo de têmpera, tornando-se assim altamente resistente a riscos. Ele está disponível numa grande variedade de padrões, mas na maioria das vezes é utilizado com desenhos concebidos a partir de uma composição de pontos ou linhas. Esses padrões podem, então, serem serigrafados em vidros temperados. Em seguida, o vidro é aquecido em um forno de têmpera, o que fortalece e melhora a segurança do vidro sob altas temperaturas.

O produto resultante é um vidro com uma determinada transparência, que, quando usado em fachadas de edifícios, pode reduzir a absorção da luz solar e até mesmo tornar os edifícios envidraçados mais visíveis e, por conseguinte, mais seguro para os pássaros. 

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Sobre este autor
Cita: Lynch, Patrick. "Vidro Serigrafado: Recurso básico ou Tendência?" [Fritted Glass: Staple or Trend?] 06 Mai 2016. ArchDaily Brasil. (Trad. Migliani, Audrey) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/786044/vidro-frito-regressao-ou-tendencia> ISSN 0719-8906

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