Ampliar imagem | Tamanho original
O Pavilhão Báltico da Bienal de Veneza de 2016, representando a Estônia, Letônia e Lituânia, explorará os "esforços transformativos em andamento" que estão atualmente "reprogramando uma região inerte além das delimitações dos Estados-nação separados". Isso "pretende explorar o entorno edificado dos Estados Bálticos como um espaço compartilhado de ideias". Localizado no Palasport Arsenale Giobatta Gianquinto, projetado por Enrichetto Capuzzo, um pavilhão desportivo de arquitetura brutalista, situado perto do Arsenale, a exposição será também acompanhada por uma série de eventos correlatos que será apresentada através de um corte transversal do espaço Báltico, desdobrando-se com uma "estratégia não-linear". De acordo com os curadores — Kārlis Bērziņš, Jurga Daubaraitė, Petras Išora, Ona Lozuraitytė, Niklāvs Paegle, Dagnija Smilga, Johan Tali, Laila Zariņa, e Jonas Žukauskas — "geopolíticas urbanísticas recentes dos Estados Bálticos têm criado um senso de urgência na iniciação de novas práticas espaciais que unam a região e sustentem os fundamentos da União Europeia". Novas conexões de infraestrutura no Mar Báltico, bem como a 'Independência FSRU', o navio de armazém de gás natural em Klaipėda e a 'Ferrovia Báltica', projeto da estrada de ferro pan-Báltica são alguns dos diversos exemplos deste novo tipo de arquitetura. Veja mais Veja a descrição completa
Compartilhar Compartilhar