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Desde um contexto de cabanas agrupadas numa comunidade distante na costa da Nova Zelândia, uma estratégia de habitação sequencial em conjunto foi gerada para dotar de uma nova forma o entorno. Estes novos "abrigos" se adaptam aos requisitos da casa por estação, circulação e privacidade, além das variações no vento e exposição solar. O verão começa e convida à reunião, com movimentos em diagonal que conectam os espaços exteriores ensolarados com os que estão sombreados. Viver aqui permite um uso mínimo dos espaços interiores, com uma circulação estival que define os limites informais da residência e que controla a areia circundante. Com a chegada do inverno, a circulação se torna interior, com vãos de grande dimensão orientados ao norte que capturam a luz e o calor, e elementos dobráveis que proveem refúgio da radiação do sul. Veja mais Veja a descrição completa
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