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O projeto busca a reestruturação de uma antiga discoteca cujo discurso era baseado no protagonismo das luzes coloridas numa caixa escura. Conceitualmente, a discoteca é concebida como um sintonizador de luz, som e movimento. Deste modo, a organização é baseada num tratamento gradual dos três elementos. O centro do local é configurado como a pista de dança e máxima vibração. As extremidades são serenas e acolhedoras, onde piso, parede e teto, conformam caixas douradas capazes de captar o brilho da área central. O bar longitudinal que percorre todo o local é apresentado como um fio condutor da graduação espacial. É um exercício de controle do brilho, vibração e reflexo; distante, portanto, dos cânones habituais da concepção especial, que neste caso são desfigurado, promovendo um entorno líquido capaz de absorver as tensões entre o compulsivo e o sereno, entre a vibração e a reverberação. Veja mais Veja a descrição completa
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