
O discurso sobre "Cidades Inteligentes" está em toda parte. Ele promete uma era de planejamento urbano inovador, impulsionado por tecnologias urbanas inteligentes que vão tornar as cidades mais seguras, mais limpas e, acima de tudo, mais eficientes. O termo eficiência não parece controverso, mas o que isto faz para as grandes cidades?
O urbanismo inteligente precisa encontrar soluções que o urbanismo moderno do século 20 esqueceu de considerar: o "metabolismo" das cidades - a variedade de fluxos que ligam a vida da cidade com a natureza. O que estamos considerando, o que estamos descartando, e quão eficientemente estamos fazendo isto?
