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Após subir a colina pensamos que a melhor forma de se estabelecer ali seria deitando-se sobre um tapete protegido do sol por uma sombra. Assim, de forma simples, um tapete que pudéssemos nos acomodar; e uma sombra que suba e desça, mudando o caráter do espaço que cobre, sensível às condições do corpo. O terreno, o corpo e a construção deveriam dar forma ao espaço. Trabalhar sobre perfis irregulares acaba desenvolvendo uma peça que é interessante tanto o que impede como o que é permitido; buscando oportunidades no imprevisível que satisfaçam questões típicas: impedir ou promover certas linhas visuais, resolver a relação da casa com o terreno, a relação entre os pavimentos, a caracterização de ambientes ou áreas para se adequarem a diferentes atividades... descobrindo circunstâncias emocionantes como a percepção do oblíquo ou a capacidade do informal para se ajustar a outras condições além do formal. Veja mais Veja a descrição completa
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