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Sacar uma câmera fotográfica ou, hoje em dia, o celular, fazer a foto, passa para o próximo monumento ou atração. É desse modo, mecânico e automático, que muitos turistas se comportam quando viajam para novos lugares. Talvez, quem sabe, um dia esses registros sejam revistos - lembranças de momentos que nunca foram vividos, dada a velocidade com que se observa o mundo por trás da pequena tela de LCD. Parece cada vez mais raro contemplar, deter-se por um tempo e simplesmente observar, sentir o lugar. O português Luís Simões vem fazendo basicamente isso há dois anos. Sempre que chega a alguma nova cidade, presta-lhe a merecida atenção e, então, registra com lápis e papel aquilo que vê e sente. Sua jornada começou num escritório de design em Lisboa. Após dez anos no mesmo emprego, Simões, inspirado por um amigo que estava viajando o mundo, deixou o escritório e iniciou sua própria viagem, conciliando uma de suas maiores paixões: desenhar. Em seu plano original, pretendia visitar cinco continentes em cinco anos; até o momento já preencheu quase 20 cadernos de 60 páginas com belíssimos desenhos de ícones como a Torre Eiffel, a Catedral de São Basílio em Moscou, e o denso skyline de Hong Kong. Veja mais Veja a descrição completa
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