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Costa Grande é um lugar de três casas e uma ruína, nem aldeia é. De grande só o nome, o acesso através de uma esplendorosa mata de carvalhos, e a encosta sobre o rio Ovil, bem ao fundo. Na primeira visita a dúvida surgiu: ‘o que é que eu vou fazer destas ruínas, duas, e um espigueiro desconjuntado?’ A paixão, evidente, dos proprietários pelo local e pelo projeto obrigou a uma nova olhadela para ver melhor. Estranhamente, apesar de serem duas ruínas, a propriedade é só uma e a necessidade de as unir era evidente. A ruína, a nascente, apresentava melhor estado, numa análise optimista. A que fica mais a poente eleva-se como uma pequena acrópole. Noutros tempos terá tido diversas funções. Agora ergue-se apenas como um marco de beleza. Deve ficar assim, um espaço interno mas aberto, logo externo. Os clientes gostaram da ideia. E eu gostei deles. Veja mais Veja a descrição completa
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