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Como inserir o Centro Administrativo no mais simbólico dos eixos de Belo Horizonte? É possível elogiar o vazio urbano da avenida Afonso Pena por meio de sua ocupação – e não de sua  preservação? Pode este ponto de convergência de modais – estação de metrô, terminais de BRT, terminal de ônibus urbano, ciclovias – se transformar na solução de todas as desarticulações, congestões e falhas do Centro? Esta proposta assume uma postura que explora essa contradição: a hiperdensidade de um edifício de 100.000 m2 como elogio de um vazio urbano e como um meio de reestruturar um tecido urbano esgarçado. Formalmente, o CABH divide-se em dois, como que partido pelo eixo da Afonso Pena e como que ocupando e liberando este eixo simultaneamente. O edifício parte de uma linguagem geométrica que explora linhas reversas: em resposta ao eixo, abre-se uma fenda diagonal entre as duas partes, como é diagonal a linguagem abstrata tão recorrente nas esculturas neo-concretas de artistas como Amilcar de Castro e Franz Weissman que permeiam a cidade. Veja mais Veja a descrição completa
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