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O Pavilhão da Itália na Bienal de Veneza 2014 se volta para a arquitetura do país através da ótica do "enxerto" (grafting em inglês, ou innesti no plural original em italiano), ou a transferência de novas ideias para realidades e estruturas preexistentes. O arquiteto e curador do Pavilhão, Cino Zucchi associa o "enxerto" com "a grande capacidade de interpretar e incorporar estados precedentes através de metamorfoses contínuas". Ele abre e fecha o Pavilhão da Itália com dois enxertos: um grande arco metálico e uma escultura-banco. A primeira sala da exposição começa com o estudo da modernidade de Milão, seguido por uma série de colagens de projetos contemporâneos na Itália. Um vídeo sobre ambientes urbanos italianos conclui a exibição. Veja imagens do Pavilhão e leia a descrição do curador a seguir. Veja mais Veja a descrição completa
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