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Este é, sem dúvidas, e um dos projetos mais inspiradores que conheço. E não é apenas pela pele ou pela estrutura. São as novas relações do programa, que fazem desta mais que uma simples biblioteca, mas um espaço público aprimorado em torno do conhecimento. A Biblioteca Central de Seattle redefine a biblioteca como uma instituição já não exclusivamente dedicada aos livros, mas como um armazenamento de informações, onde todas as formas potentes de mídia, nova e antiga, são apresentadas de forma igual e legível. Em uma época onde as informações podem ser acessadas em qualquer lugar, é a simultaneidade de todas as mídias e, mais importante, a curadoria do seu conteúdo que vai fazer da biblioteca um espaço vital. Flexibilidade em bibliotecas contemporâneas é concebida com a criação de pisos genéricos em que quase todas as atividades possam acontecer. Os programas não são separados, salas ou espaços individuais não são espaços únicos. Na prática, isso significa que as estantes definem generosas (embora indescritíveis) áreas de leitura no dia de abertura, mas, por meio da expansão incessante da coleção, inevitavelmente, virão a ocupar o espaço público. Em última análise, por esta forma de flexibilidade, a biblioteca estrangula as próprias atrações que a diferenciam de outros recursos de informação. Veja mais Veja a descrição completa
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