
Oco é o nome escolhido para esta residência — um nome que carrega em si a simbologia do bambu, material central na experiência, cuja força e leveza estão justamente no vazio que o constitui. É a partir desse oco que reverberam sons, atravessam fl uxos e nascem possibilidades.
A residência propõe um reencontro entre práticas arquitetônicas e os saberes enraizados no corpo, na terra e nas formas coletivas de construção. A tríade terra-corpo-estrutura segue sendo a essência que sustenta o projeto: a terra como território e matéria ancestral, o corpo como espaço de memória e ação, e a estrutura como gesto compartilhado e coletivo.
