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Desde os diversos âmbitos da vida, quando um ano começa, tentamos olhar para trás e refletir em forma de retrospectiva sobre que experiências e situações ao longo dos 365 dias anteriores resultaram mais ou menos satisfatórias, como tratando de fazer um balanço que nos permita refletir sobre os momentos que o marcaram. Nesta linha, parece-me interessante recuperar em matéria urbanística, o que foi a manifestação territorial do evento e espetáculo esportivo mais importante do mundo: os Jogos Olímpicos. De 26 de julho ao dia 12 de agosto de 2012, aconteceram na área metropolitana de Londres, os trigésimos Jogos Olímpicos da história, e o terceiro nesta cidade. Neste texto não falarei de Usain Bolt, Michael Phelps, Emanuel Ginóbili, Roger Federer, Felix Sánchez, Anna Chicherova e tantos outros brilhantes atletas que competiram neste extraordinário evento mundial, mas tentarei revisar esta experiência em torno de algumas condições urbanas muito gerais, que em matéria de planejamento, observaram-se para a implementação dos Jogos. E, indissoluvelmente deste exercício, vale a pena pensar em como o planejamento de um acontecimento destas características pode influenciar na vida das cidades, deixando rastros e testemunhos na geografia de um lugar. Veja mais Veja a descrição completa
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