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Nas últimas décadas do século XIX, impulsionada pelo Marquês de Comillas, a cidade tornou-se um laboratório do brotamento do modernismo catalão. O seminário começou com traços modestos do jesuíta e engenheiro Miguel de Alcolado, intervindo mais tarde Joan Martorell e Lluís Domènech i Montaner, que confere ao edifício a monumentalidade e o estilo desejado. O edifício, uma faculdade, possui dois claustros com as dependências funcionais e um corpo central com os espaços mais institucionais e significativos.  Após seu abandono nos anos 90, apresentava uma condição lamentável de conservação. Os espaços arquitetônicos mais notáveis, átrio, auditório e igreja e suas fachadas tinham alterações mínimas, ainda que com um importante deterioramento devido ao passar do tempo e da falta de uso. O resto dos espaços haviam sofrido múltiplas intervenções que desvirtuavam a clareza aparente que o tipo arquitetônico claustral promete. As patologias provocadas por uma construção excessivamente experimental no seu momento exigiam uma rápida atuação. O projeto propõe dois graus de intervenção complementares em duas áreas diferentes do edifício. Veja mais Veja a descrição completa
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