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O interior da Riviera Opatija, na Croácia está cheia de moradias (construídas dentro de um século e meio). Seus lados dianteiros superiores revelam nada além de entradas através das quais nós somente podemos imaginar sua amplitude. A sua escala e relação com a baía são inteiramente dependentes da encosta à beira-mar (talvez, seja a tensão decorrente da suposição de algo escondido o que dá a moldura espacial do interior de Opatija e seu apelo). Embora a casa permaneça tipologica e morfologicamente fiel ao seu espaço ao redor como um todo, ela desenvolve seu lado “oculto” através da dialética de dominação e subordinação ao longo da paisagem. Assim, a casa e o local que se cria não são estruturados unicamente pelo declive em que estão implantados (como é o caso da maioria das vivendas em Opatija). Em vez disso, constrói ativamente a paisagem e se entrelaça com ela pelo estabelecimento do nível do solo (paisagem) e colocando sobre ele um objeto superior que paira acima como um nível deslocado. Portanto, a casa é constituída por um abrigo entrincheirado de concreto (a área de dormir) sobre a qual uma estrutura espacial de grade em aço é colocada e que se alonga em uma consola de 17 metros de comprimento. Apesar de ter sido construída dentro de um reduzido registro de funções, com apenas dois elementos estruturais e com a sua divisão aparente entre área de dormir e área de estar, a casa cria uma experiência maravilhosa sempre mudando de experiências e espaços intermediários Isto é conseguido através de um simples deslocamento do segmento superior em relação ao inferior e inscrevendo-o ao fundo do terreno. Veja mais Veja a descrição completa
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