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1. Azar “Tudo o que existe no universo é fruto do azar e da necessidade.” Com essa citação de Demócrito começa um dos ensaios mais atrativos da segunda metade do século XX, El azar y la necesidad [O azar e a necessidade] do Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina (1965) Jacques Monod.1 No primeiro capítulo do livro, Monod trata de demonstrar a dificuldade racional de estabelecer um sistema para distinguir os objetos artificiais –produto de uma atividade projetiva consciente– dos objetos naturais –resultantes do jogo gratuito das forças físicas–. Para sua análise, Monod estabelece a ficção de um viajante extraterrestre que quer realizar um programa capaz de distinguir os objetos artificiais dos naturais, baseando-se exclusivamente em critérios de estrutura e forma macroscópica. De acordo com essa premissa, os únicos critérios de distinção possíveis seriam, fundamentalmente, dois: regularidade e repetição. Veja mais Veja a descrição completa
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