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casa, contando com poucas faces iluminadas? A resposta, apesar de o objeto ser aparentemente simples, veio através de muita pesquisa. Das minúsculas casas japonesas e holandesas, emprestamos mais do que a certeza de que seria possível aproveitar o pouco espaço de maneira criativa: os exemplos também induziram certa implosão do programa da casa pequeno-burguesa. A proposta arquitetônica encerra uma lógica pouco alinhada ao espaço convencional para o estereótipo da família de classe média paulistana, lança mão de espaços integrados e elimina outros considerados “obrigatórios”. A ocupação do lote foi um dos principais condicionantes para o desenvolvimento do projeto. A busca por iluminação e ventilação naturais condicionou a ênfase no jardim central, recortado no volume construído de forma a criar três fachadas generosamente banhadas de luz. Unidos por uma passarela em torno do jardim, dois blocos de tamanhos diferentes organizam as funções da casa e obrigam os moradores a desfrutar do verde em todos os deslocamentos. O bloco maior concentra sala e cozinha no térreo e quartos no pavimento superior; o menor contém ambientes de apoio como área de serviço, escritório e a circulação vertical da casa. Veja mais Veja a descrição completa
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