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Por Carlos Eduardo Comas O Cassino de Niemeyer no lago da Pampulha assenta-se no alto de um promontório. Recepção e jogos ocorrem dentro duma caixa quase quadrada, num salão hipostilo e num mezanino. Danças e espetáculos acontecem no tambor oval sobre colunas, restaurante acima, bar abaixo. O bloco em forma de T à direita da caixa abriga a cozinha, sobre uma doca de carga e duas áreas de serviço. A caixa e o bloco sucedem-se enfrentando a avenida e truncando o promontório. Quase centralizada, a marquise trapezoidal que protege a chegada de carros estende um braço para enquadrar a estátua feminina, uma mão para refletir a projeção do bloco. O tramo de chegada da rua interna alinha com a doca, o de saída com a galeria escavada no lado oposto da caixa. Dotado de uma grande platibanda para esconder o equipamento de palco, o tambor coroa o promontório e domina o lago. Caixa e tambor definem um quadrado de braços quase iguais. Uma expansão da cobertura da caixa cria um pórtico entre eles. Quase tão alto e longo quanto a caixa, o bloco se ergue subordinado meio andar abaixo. Veja mais Veja a descrição completa
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