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O escândalo ou conspiração dos bondes nos Estados Unidos é uma interessante história do transporte no mundo, pelo seguinte: Até 1930, a população dos Estados Unidos se deslocava em sua maioria com transporte público, que era composto principalmente por bondes. Apenas 10% da população usavam carros particulares ou ônibus motorizados. Entre 1936 e 1950, empresas como a General Motors, Standard Oil e Firestone, todas interessadas ​​em fazer com que automóvel se tornasse um produto de uso em massa, criaram a empresa National City Lines (NCL), que comprou as linhas de bondes de 45 cidades, entre as quais Detroit, Nova Iorque, Oakland, Filadélfia, Seattle e Los Angeles. Esta compra teria sido feita a fim de substituir os bondes por ônibus fabricados pela General Motors. Foi uma estratégia de negócio idealizada por Alfred P. Sloan Jr., um "gênio" treinado no MIT e contratado pela General Motors para ampliar as vendas de automóveis e maximizar os lucros através da eliminação dos bondes. Em 1922, de acordo com arquivos próprios da GM, Sloan criou uma unidade especial dentro da empresa que foi responsável, entre outras coisas, a tarefa de substituir os bondes nos Estados Unidos por automóveis, caminhões e ônibus. Veja mais Veja a descrição completa
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