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Os artefatos novos em exposição apenas enfatizam as grandes dimensões do edifício, que é capaz de assimilar volumes gigantes e ao mesmo tempo revelar a perfeição e enorme presença das abóbadas. Esses elementos aparecem esboçando repetidas vezes os perfis do edifício original, em planta e corte, adotando sua própria geometria e repetindo da maneira de um eco. Por este motivo, as novas formas e volumes são exibidos como fragmentos da mesma construção. As telas aderem às paredes e geram uma reverberação da luz conforme penetra no interior, um eco das paredes que mantém ali ao lado das paredes ... As aberturas antigas foram transformadas em pequenas câmaras que abrigam os objetos em exibição, conferindo uma forma específica a esta luz antes que ela seja perdida na abóbada do moinho. O contraste entre a luz controlada do interior e a luz do sol externa requer alguns minutos de adaptação para os olhos do visitante. O projeto, na verdade, concentra a sua energia ali no meio, nessa transferência violenta, na espessura das paredes e do telhado. Trabalhando nesses oitenta centímetros de espessura construtiva tem sido como trabalhar com a luz, modelá-la, moldá-la. Lá, estendemos, reduzimos ou ampliamos aberturas, manipulando a luz e geometria. Veja mais Veja a descrição completa
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