Bienal de Veneza 2012: Vozes - Pavilhão da Malásia

Os limites de nossas mentes são refletidos pela capacidade limitada de nossas linguagens. Todo o mundo que conhecemos é conformado pelas nossas circunstâncias externas, que podem ser expressas através de pensamentos e expressões exteriorizadas – nossas vozes. A voz é tipicamente considerada uma manifestação vocal; mas ela pode também ser visual e literal.

© Nico Saieh

Os limites da minha linguagem significam os limites do meu mundo. (Ludwig Wittgenstein, 1921)

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Arquitetos são ouvidos em diferentes vozes, cada qual é moldada pelo ambiente e pelas experiências acumuladas. A voz malaia é um exemplo de voz que é circunscrita por uma esfera experiencial única cercada de diversidade cultural, diferentes línguas e um ambiente em rápida transformação física.

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A exibição As Vozes, na 13ª Exibição Internacional de Arquitetura, consiste em várias interpretações abstratas trabalhos de arquitetos malaios em seus próprios contextos. Vozes é a temática base que cria uma plataforma para diversas expressões. Cada expressão é uma voz, uma narrativa arquitetônica tridimensional.

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As Vozes individuais são emolduradas por uma estrutura que é uma metáfora das ondas sonoras, que carregam as Vozes individuais. Assim como Vozes é a temática base, esta onda sonora é o veículo em comum onde todas as vozes podem ser ouvidas em consonância.

 

Sobre este autor
Cita: Romullo Baratto Fontenelle. "Bienal de Veneza 2012: Vozes - Pavilhão da Malásia" 20 Out 2012. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/01-76613/bienal-de-veneza-2012-vozes-pavilhao-da-malasia> ISSN 0719-8906

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