Colaboradores: Zaha Hadid Architects
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Ano Projeto:
Área:
Arquitetos: Zaha Hadid Architects
Fotógrafo: Iwan Baan
Como declarou a arquiteta, o museu “não é um objeto recipiente, mas um campus para a arte”, onde os fluxos e caminhos se sobrepõem e se conectam a fim de criar um espaço dinâmico e interativo. Embora o programa seja claro e organizado no plano, flexibilidade do uso é o principal objetivo do projeto. A continuidade os espaços fazem com que o espaço seja adequado para qualquer de tipo de exposição móvel e temporária, sem divisões de paredes redundantes ou interrupções.
Ao entrar no átrio, os principais elementos do projeto são evidentes: paredes curvas de concreto, escadas pretas suspensas, teto aberto recebendo luz natural. Com esses elementos Zaha Hadid pretende “um novo tipo de fluído da espacialidade de pontos múltiplos de perspectiva e geometria fragmentada, desenhada para incorporar o fluído caótico da vida moderna”.
Esta declaração da arquiteta, como de costume dela, trouxe a questão se o conceito de fluído desconstruído combinou com a identidade de uma cidade “estática” como Roma, e sua herança clássica. A resposta da crítica e do público tem sido positiva. Especialmente neste contexto, na relação com os tecidos existentes, as paredes de suaves curvas dialogam com as fachadas simétricas do neoclássico. O novo organismo inclui no desenvolvimento de sua fachada principal por superfícies limpas e cegas, assim, declarando sua viabilidade a necessidade de coexistência. O museu está inserido numa situação de bloco urbano, tirando disto suas diretrizes, e abrindo suas “asas de ponta” como pontos de vista panorâmicos.
A luz natural recebeu um cuidado especial, pelas finas vigas de concreto no teto, juntamente com a cobertura de vidro e sistemas de filtragem. As mesmas vigas possuem um trilho interior no qual peças de arte serão suspensas. As vigas, as escadas e o sistema linear de iluminação guiam os visitantes pelo passeio interior, que se encerra num amplo espaço no terceiro nível. Onde uma grande abertura oferece uma vista da cidade, embora obstruída por um núcleo maciço.

O museu participa ativamente no local – Roma, e em primeiro sua periferia, que não é uma parte do centro antigo, mas ainda é central. O bairro Flaminio foi interessado nos últimos anos por um programa de renovação de atrações públicas, sendo o último o Auditório de Renzo Piano. O processo de construção ao longo do MAXXI completa esta ideia de uma cidade renovada. Mais ainda, MAXXI é o primeiro museu de arte contemporânea na Itália. Ele irá trazer uma série de atenções, pelo público e mídia, juntamente com atividades econômicas, tornando este museu um ponto central para Roma, que está com um olhar constante em sua identidade contemporânea.
- Cliente: Ministero Beni e Attività Culturali – Fondazione MAXXI

























- © Iwan Baan
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- Detalhes
- Detalhes 1
- Corte 3
- Corte 2
- Corte 1
- Planta de coberturas
- Pavimento 2
- Pavimento 1
- Pavimento térreo
- Implantação
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